segunda-feira, 25 de agosto de 2014

TORCEDORES NÃO! SOMOS CIDADÃOS

Em ano de eleição é necessário que não faltemos com a verdade não podemos ser transformados em torcedores de partidos ou de governos, nosso time é o Brasil e devemos pensar no melhor projeto para o pais, para os trabalhadores e para o mundo.

Tenho lido e ouvido muita da mídia, principalmente nos últimos dois anos, que chega a dar a impressão que existe uma forte orquestração para apagar o passado, para tanto, tentam diariamente colocar  que o país está cada vez pior e por eliminação o passado era melhor.

Claro que  a estratégia da elite conservadora e seus interlocutores de plantão (a mídia) têm sido sempre de apagar o passado, ou pelo menos deixar bem esquecido na cabeça do cidadão brasileiro.

Como o já passaram mais de 11 anos do Governo do PSDB (FHC) cerca de 25% da população (50 milhões) que está hoje na faixa etária entre 16 e 28 anos, não sentiu na pele os efeitos de um governo neoliberal e subserviente aos interesses do capital internacional e do governo americano.

Então cabem àqueles, assim como eu, que na década de 90 já estavam no mercado de trabalho trazer a tona os tempos difíceis que vivenciamos.
Então vou colocar alguns dados para relembrar um pouco do passado:

1995 – A taxa de juros chegou a 85,4 %, tudo para atender os interesses do capital especulativo.
1997 – FHC através da portaria n° 646/97, fixa metas para a acabar com ensino médio pelas escolas técnicas federais.
1998 – PSDB E PFL queriam vender a Petrobras e primeiro quebraram o monopólio do petróleo. A riqueza aqui extraída seria simplesmente apropriada pelo capital internacional.
1999 – Desemprego cresce 38% no governo de FHC. Brasil com o 2° maior índice de desemprego do mundo.
2001 - O país tinha cerca de 50 milhões de indigentes, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas – FGV.


Servidores Federais – 08 anos de salários congelados e conviveram com grande número de terceirização e privatização. Acabou com a licença-prêmio, proibiu a contagem de tempo rural para a aposentadoria urbana, proibiu a realização de concursos públicos, dentre outros.

O ANALFABETO MIDIÁTICO

POR CELSO VICENZI
 
O pior analfabeto é o analfabeto midiático.
Ele ouve e assimila sem questionar, fala e repete o que ouviu, não participa dos acontecimentos políticos, aliás, abomina a política, mas usa as redes sociais com ganas e ânsias de quem veio para justiçar o mundo. Prega ideias preconceituosas e discriminatórias, e interpreta os fatos com a ingenuidade de quem não sabe quem o manipula. Nas passeatas e na internet, pede liberdade de expressão, mas censura e ataca quem defende bandeiras políticas. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. E que elas – na era da informação instantânea de massa – são muito influenciadas pela manipulação midiática dos fatos. Não vê a pressão de jornalistas e colunistas na mídia impressa, em emissoras de rádio e tevê – que também estão presentes na internet – a anunciar catástrofes diárias na contramão do que apontam as estatísticas mais confiáveis. .....
Para o analfabeto midiático, Brecht teria, ainda, uma última observação a fazer: Nada é impossível de mudar. Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Em ano de eleição é necessário que não faltemos com a verdade


Tenho lido e ouvido muita da mídia, principalmente nos últimos dois anos, que chega a dar a impressão que existe uma forte orquestração para apagar o passado, para tanto, tentam diariamente colocar que o país está cada vez pior e por eliminação o passado era melhor.

Claro que isso obedece a uma lógica, como o país tem uma população muito jovem onde 25% da população (50 milhões), faixa etária entre 16 e 28 anos, a estratégia da elite conservadora tem sido sempre de apagar o passado. Então cabem aqueles, assim como eu, que na década de 90 já estavam no mercado de trabalho trazer a tona os tempos difíceis que vivenciamos.

Então vou colocar alguns dados para relembrar um pouco do passado:

1995 – A taxa de juros chegou a 85,4 %, tudo para atender os interesses do capital especulativo.

1997 – FHC através da portaria n° 646/97, fixa metas para a diminuição de ensino médio pelas escolas técnicas federais.

1998 – PSDB E PFL queriam vender a Petrobras e primeiro quebraram o monopólio do petróleo. A riqueza aqui extraída seria simplesmente apropriada pelo capital internacional.

1999 – Desemprego cresce 38% no governo de FHC. Brasil com o 2° maior índice de desemprego do mundo.

2001 - O país tinha cerca de 50 milhões de indigentes, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas – FGV.

Servidores Federais – 08 anos de salários congelados e conviveram com grande número de terceirização e privatização. Acabou com a licença-prêmio, proibiu a contagem de tempo rural para a aposentadoria urbana, proibiu a realização de concursos públicos, dentre outros.

O Brasil conseguiu se reerguer porque o Movimento social (sindical e popular) atuou com muita bravura e organização, caso contrário o país hoje estaria na mesma condição da Argentina, privatizou todo o patrimônio público e ainda não conseguiu se reerguer.

Segue abaixo alguns recortes de jornais produzidos pelo blog de Paulo Henrique Amorim que ilustram um pouco deste passado que a elite conservadora tenta esconder.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A realização da Copa não retira recursos da Saúde e da Educação.

Gastos com a copa não retiram dinheiro do Orçamento da Educação e da Saúde, para estes setores já tem recursos obrigatório previsto na Constituição para cada esfera de Governo, então gastos com a Copa do Mundo e serviços públicos de qualidade não estão em contradição, como parte da mídia tenta passar para o povo.
Este caso é muito diferente do uso de recursos BNDES para financiar a privatização como no governo de FHC. O BNDES emprestou muito dinheiro para que os empresários comprar as estatais construídas com recursos públicos. Nesta época a mídia não excitava o povo para ir para rua, claro atendia os seus interesses capitalistas e a sua classe.
Por definição o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) é uma empresa pública federal para financiamento de longo prazo e investimentos em todos os segmentos da economia. É bom salientar que os recursos emprestados por este banco tem que ser devolvido com juros e correções.
Boa parte dos recursos do BNDES é emprestada ao setor privado, como acontece também com o Banco do Brasil que empresta mais de 115 bilhões para o setor agrícola, aonde mais de 80% vai para o Agronegócio. Então também está tirando recursos da Educação e Saúde? A resposta é negativa.
Curiosamente eu não vejo a Grande Mídia e seus articulistas defendendo que o povo deva ir para rua lutar pelo projeto de iniciativa popular que aumenta recursos para a Saúde, para o projeto que aumenta recursos para a Educação, lutar por Reforma Agrária e Reforma Urbana. Também não vejo campanha para o povo ir para a rua lutar contra o aumento da Taxa de Juros, ao contrário vê a mídia todo dia falando e inventando índice de inflação para forçar o governo aumentar a taxa de juros. Provavelmente esta deve ser a maior fonte de receita da Família Marinho, a família mais rica do Brasil, pois da rede Globo na dever ser porque faz pouco tempo que estiveram com o pires na mão em busca de recursos.
O fato é que o que está em jogo não é o que aparece na telinha, o que aparece é apenas para iludir o povo e usá-lo como massa de manobra. O que está em jogo é a luta de classe. É parte da Mídia e do Capital que não querem perder a sua fatia da renda, a renda quanto mais concentrada melhor. Então se depender deles não pode haver política de valorização do salário mínimo, não pode haver manutenção e garantia dos direitos trabalhistas e o baixo nível de desemprego cria dificuldades para a contratação de trabalhadores.
Os gastos ou investimentos com os estádios devem alcançar em torno de R$ 9 bilhões com boa parte dos recursos vem do BNDES, no máximo 400 milhões de reais por arena. Outra coisa que deve ser falada é que a maioria das obras é de responsabilidade dos governos estaduais e dos times como o caso do estádio do Internacional, do Atlético do Paraná e do Corinthians. Neste caso, onde houver superfaturamento deve ser cobrada a responsabilidade do gestor local. O restante dos gastos como modernização de portos e aeroportos, renovação da infraestrutura hoteleira, obras de mobilidade urbana e fortalecimento da rede de telecomunicações deverão ser gastos aproximadamente R$ 22 bilhões.
Não podemos deixar de levar em conta o impacto positivo sobre a economia brasileira, gerando empregos, aumentando o consumo e atraindo outros investimentos, aumento da produtividade, modernização do setor de turismo e melhora da infraestrutura urbana.
No Brasil dos brasileiros existe uma elite que historicamente sempre pensou de forma subserviente, sempre atendendo aos interesses da burguesia internacional, estes veem o Brasil com os olhos dos estrangeiros. A rigor não são brasileiros são "brazileiros", é como os “gringos” escrevem o nosso país – Brazil.
O importante nesta história toda que os gastos para a Copa do Mundo não ocorreram em detrimento da educação. Temos que vencer o “complexo de vira-lata”, o Brasil também pode ter estádios modernos, afinal de contas somos o país do futebol e já somos a 5ª maior economia do mundo.
Carlos Borges.